Fraturas e traumas
Do tombo do parquinho ao braço engessado: tratamento completo em consultório.
A Dra. Marthina é ortopedista e traumatologista pediátrica: das fraturas do dia a dia ao pé torto congênito e ao quadril do bebê, tudo em consultório próprio, com sala de gessos, sem precisar ir ao hospital.
O tratamento lida com o osso pronto.
Tem cartilagem de crescimento, remodela, corrige. Por isso pede formação específica para tratar.
É por isso que existe uma especialidade só para isso. E é por isso que a Dra. Marthina fez duas formações: primeiro ortopedia e traumatologia, depois ortopedia pediátrica.
“Eu brinco: cabeça, ombro, joelho e pé. Só não opero cabeça.”
Dra. Marthina
Do tombo do parquinho ao braço engessado: tratamento completo em consultório.
Método Ponseti, do diagnóstico (às vezes ainda na gestação) à alta.
Triagem no tempo certo, com ultrassom pelo Método de Graf.
Pés pra dentro, marcha na ponta dos pés e as dúvidas que aparecem quando a criança começa a caminhar.
Acompanhamento ortopédico e órteses, caso a caso.
Dores, desvios e aquele “será que é normal?” que merece resposta.
Tombo de bicicleta, parquinho, futebol. Quando acontece, a família precisa de duas coisas: agilidade e um caminho claro. No consultório da Dra. Marthina tem os dois: avaliação, imobilização e acompanhamento no mesmo lugar, com sala de gessos própria, sem peregrinar por hospital.
Aqui, até a cor do gesso quem escolhe é a criança.
Às vezes a notícia chega ainda no ultrassom da gestação. Respira: existe um caminho bem estabelecido: o método Ponseti, referência mundial no tratamento do pé torto congênito. E existe quem o conduza aqui na região, sem viagens semanais para a capital.
Conversa ainda na gestação (quando há suspeita no pré-natal).
Gessos seriados semanais nas primeiras semanas de vida.
Procedimento minimamente invasivo, quando indicado.
Órtese e acompanhamento até a fase certa.
Alta, com o pé pronto para correr atrás de tudo.
No fim do tratamento, existe um momento que nenhuma família esquece: o dia de calçar o primeiro tênis. Tem mãe que chora.
O bebê não sente dor e ninguém “vê” por fora. Por isso existe triagem: nos primeiros meses, o ultrassom do quadril pelo Método de Graf mostra o que o exame físico sozinho não mostra. Detectada cedo, a displasia costuma ser tratada sem cirurgia.
Quero avaliar o quadril do meu bebêExame de imagem sem radiação, indicado nos primeiros meses de vida. É o padrão para enxergar o quadril do bebê enquanto ele ainda está em formação.
“A ideia não é tratar todo mundo, é tratar quem precisa.”
Dra. Marthina
Se marcou qualquer um, a conversa começa no WhatsApp.
Sala de procedimentos e confecção de gessos, técnica de enfermagem, ambiente pensado para criança e consultas de meia hora planejadas para responder todas as dúvidas, sem pressa, no ritmo de cada criança. Para quem vem de fora (e 8 em cada 10 famílias vêm), isso significa resolver na mesma visita.
“Meu tempo em consulta é planejado para que todas as dúvidas sejam respondidas, sem pressa, no ritmo de cada criança.”
Dra. Marthina
Médica formada pela UNISC, ortopedista e traumatologista. Depois disso, especialista em ortopedia e traumatologia pediátrica. Atende em Santa Cruz do Sul desde 2021 e recebe famílias de toda a região.
“Que as crianças se sintam acolhidas, seguras, e que possam sonhar e conquistar seus sonhos.”
Dra. Marthina
CRM-RS [CRM_MARTHINA] · [VALIDAR_RQE]
O consultório da Dra. Marthina fica na Nanile Clínica Infantil, a primeira clínica de especialidades pediátricas da região, fundada por ela e mais duas especialistas. Um espaço inteiro pensado para crianças, com gastropediatria e cardiologia pediátrica no mesmo endereço.
Rua Gaspar Silveira Martins 1861
Santa Cruz do Sul/RS
O osso da criança está em crescimento e se comporta diferente do osso adulto, desde o diagnóstico até a escolha do tratamento. A formação pediátrica existe exatamente para isso.
A agenda reserva espaços para encaixe de fraturas. Chame no WhatsApp que a equipe orienta os primeiros passos e organiza o atendimento.
O gesso sintético usado no consultório é liberado para banho e piscina, seguindo as orientações passadas na consulta.
Essa é uma das dúvidas mais comuns no consultório, e a resposta da Dra. Marthina é direta: marcha na ponta dos pés não é critério de autismo. É uma queixa que merece avaliação ortopédica própria, com calma e sem rótulos.
Não precisa esperar sozinha: a conversa pode começar ainda na gestação, para você entender o caminho e o tratamento já iniciar no tempo certo.
Do recém-nascido ao adolescente.
As consultas são particulares; convênios e formas de pagamento são orientados pelas secretárias no WhatsApp.
Não é obrigatório: muitos pacientes chegam encaminhados, mas você pode agendar direto.
Avaliação sem pressa, tratamento completo em consultório e uma especialista que fala a língua dos pais e das crianças.